ptafzh-TWnlenfrdeelitjaltruessv

Hospital das Forças Armadas

Posição da APEM, sobre o estipulado no Decreto Regulamentar nº 51 / 2012.

 

Posição da APEMA APEM manifesta a sua estranheza pelo papel atribuido ao enfermeiro coordenador que coadjuva a Direção (artº4º, nº6), ao contrario do que acontece nos hospitais do setor público administrativo, nos hospitais EPE e nas unidades locais de saúde, em que é um enfermeiro a que compete a direção de enfermagem e integra obrigatoriamente o órgão de administração/gestão da unidade de saúde, e manifesta ainda a preocupação pela OMISSÃO da enfermagem no seu articulado, nomeadamente o seu artº 6º (Diretor clinico) alinea c) Assegurar uma integração adequada da atividade médica dos departamentos e serviços, designadamente através de uma utilização não compartimentada da capacidade instalada;" e alinea f) Propor ao diretor, sempre que necessário, a realização da avaliação externa do cumprimento das orientações clínicas e protocolos, em colaboração com a Ordem dos Médicos, instituições de ensino médico e sociedades científicas; e ainda no artº 13º (Unidade de Ensino, Formação e Treino), nº1 "A Unidade de Ensino, Formação e Treino (UEFT) é uma unidade de âmbito transversal que tem como objetivos desenvolver o ensino, a formação e o treino aplicados à saúde e promover o desenvolvimento científico e tecnológico do Polo de Lisboa do HFAR, em particular nas áreas consideradas de maior interesse para a medicina militar."

 

Denunciamos mais uma vez, a desvalorização e discriminação da Enfermagem nas FA's, e afirmamos que esta é a demonstração da desigualdade quanto ao estatuto (posto) militar dos enfermeiros e suas consequências.

 

APEM, 13 de Dezembro de 2012

Go to top